quinta-feira, 27 de maio de 2010

Dança das cadeiras: Léo José na Tv Tarobá


O apresentador Leo José, que está ainda hoje na RICTV (Record) de Londrina, será o novo apresentador do Tempo Quente da TV Tarobá (Band). Ele substituirá o campeão de audiência Carlos Camargo que se bandeou para a TV Cidade Rede Massa.
Leo José deve começar na segunda ou terça-feira.
Já para o Balanço Geral, que ainda está sendo comandado por ele na RIC, não há definição do substituto.

Léo José

Léo José é natural de São José da Boa Vista e até então apresentava o “balança geral” na Ric Tv Londrina. O apresentador admite que é um apaixonado pelo jornalismo desde 1993, quando entrou em um estúdio de rádio pela primeira vez. Logo depois, criou e apresentou um programa na Rádio Cruzeiro do Sul, de Itararé/SP. Após quatro anos no ar, em 1997, mudou para o ramo televisivo para trabalhar como repórter policial na emissora, que na época era dirigida pelo ex-deputado federal José Carlos Martinez, em Curitiba. Depois atuou na capital paulista fazendo cobertura de fatos marcantes da crônica policial em rede nacional, pelas emissoras CNT - Gazeta, que nesta oportunidade operavam de maneira conjunta. Em 2003, passou por duas emissoras de TV londrinenses como apresentador. Léo José é casado, pai de três filhos. De origem simples e humilde, o apresentador boavistense se tornou bastante conhecido na cidade de Londrina graças ao seu carisma e atenção dispensados a todos os que acompanham seu trabalho.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Agora é oficial: Carlos Camargo na Rede Massa


Após mais de uma década de trabalho na TV Tarobá, na qual apresentava os programas policiais Tempo quente e Brasil Urgente, Carlos Camargo trocou de emissora. As negociações já corriam a mais de três meses e somente na tarde desta segunda feira tudo se oficializou.
O Apresentador segue para a TV Cidade, emissora integrante da Rede Massa, onde irá apresentar, a partir de junho, dois programas. Até o momento sabe-se que será um programa em rede para todo o estado e um outro local no horário do almoço.
A informação foi confirmada no final da manhã desta terça feira, pelo diretor da emissora, Rafael Lamastra, em entrevista à rádio Paiquerê Am de Londrina, na qual Carlos Camargo também apresenta programas.

Quem é

Carlos Alberto Camargo é natural de Marilândia do Sul, nascido em 16 de fevereiro de 1966. Depois de atuar nas profissões de servente de pedreiro e garçom, Camargo ingressou na Polícia Militar do Paraná.
Sua primeira experiência no rádio foi como apresentador de programa musical. Descobriu o "faro" de repórter policial trabalhando ao lado de Néri Floriano (já falecido).
Entrou na Paiquerê em 1983, apresentando boletins das ocorrências policiais na programação diária. Em 1999 passou a comandar o programa Paiquerê Urgente, uma das maiores audiências da emissora.

Rede Massa

A Rede Massa é uma rede de comunicação paranaense com matriz em Curitiba e pertencente ao Grupo Massa. Estreou oficialmente em 17 de março de 2008 como resultado da compra das emissoras de TV do Grupo Paulo Pimentel afiliadas ao SBT pelo apresentador de televisão e empresário Carlos Massa, o Ratinho.
A Rede Massa conta com cinco emissoras afiliadas ao SBT: TV Iguaçu (Curitiba), TV Tibagi (Apucarana), TV Cidade (Londrina), TV Naipi (Foz do Iguaçu) e TV Serra do Mar (Paranaguá). Também fazem parte da rede as rádios Massa FM de Curitiba, Maringá, Londrina e Paranaguá.

Defesa do padre Silvio Andrei pedirá indenização por danos morais


Advogado argumenta que o religioso foi exposto e humilhado pelos policiais, que o algemaram pelas mãos e tornozelos. Defesa quer danos morais contra o governo estadual

A defesa do padre Silvio Andrei disse nesta segunda-feira (24) que pedirá na Justiça uma indenização por danos morais contra o governo estadual, em razão de possíveis abusos que o sacerdote tenha sofrido por parte de policiais. O religioso foi preso no dia 16, nu e com sinais de embriaguez dentro do próprio carro, em Ibiporã. Na ocasião, foi algemado pelas mãos e tornozelos e teve divulgadas imagens nas quais aparece vestindo apenas uma camisa. A polícia abriu inquérito, que corre em segredo de Justiça, para apurar os possíveis abusos.
“Estamos preparando uma ação de indenização contra o Estado em função das imagens e das agressões policiais”, afirmou o advogado do padre, Walter Bittar. De acordo com ele, as autoridades policiais, que representariam o Estado, deixaram o padre em situação constrangedora. “Eles permitiram que o Silvio Andrei fosse filmado [somente de camisa] e fizeram fotos que caíram no domínio popular. Há fotos dele nu. O Estado jamais deveria permitir algo assim”, declarou o advogado. Bittar deve aguardar algumas provas do inquérito para endossar o pedido de indenização.
Em relação às imagens, o advogado disse que o padre foi exposto e humilhado. “Há alguma dúvida de que houve danos morais e psicológicos?”, questionou. Bittar ainda considerou como “absurda” a prisão do padre algemado pelas mãos e tornozelos. “Ele foi algemado na caneca em uma sala com meia dúzia de policiais. Que resistência ele oferecia?”, perguntou o advogado. Segundo ele, a defesa não nega que o sacerdote tenha dirigido embriagado, mas lança dúvidas sobre outras suspeitas. “É um absurdo associar a embriaguez a um suposto crime de pedofilia ou exploração sexual de menores.”
A Polícia Civil abriu inquérito, a pedido da Justiça, para apurar as suspeitas de abuso policial. A determinação foi do juiz Sérgio Aziz Neme, depois de assistir a imagens do circuito interno da delegacia de Ibiporã, que mostram o momento em que o padre foi preso e chegou à delegacia. Na ocasião, o delegado de Ibiporã, Marcos Belinati disse que o juiz entendeu haver indícios de abuso. Por correr em segredo de Justiça, não é possível revelar o teor das imagens. Entretanto, a defesa do padre deve pedir autorização para enviar, mesmo que seja proibida a divulgação, as imagens aos veículos de comunicação, para que a imprensa tenha acesso.
Procurado pela reportagem na segunda-feira (24), o delegado Marcos Belinati informou, por meio da secretária, que não falaria mais sobre o inquérito, pelo fato dele correr em segredo de Justiça. Na semana passada, um adolescente de 15 anos foi até a polícia, um dia depois de dar entrevista à TV Coroados, confirmar que teria sido abordado pelo padre e teria recebido propostas sexuais, antes do sacerdote ser preso.

Fonte: Fábio Luporini - JL

terça-feira, 18 de maio de 2010

Justiça investiga "abuso policial" contra o padre Silvio Andrei


Defesa de Padre Sílvio questiona métodos aplicados na prisão

A Justiça de Ibiporã requisitou nesta terça-feira (17) imagens gravadas do padre Silvio Andrei, feitas pelo circuito interno de Delegacia local, na manhã de domingo (16). O religioso foi preso sob a acusação de dirigir embriagado, nu e ter tentado subornar policiais militares. A Justiça investiga se houve abuso policial no episódio.
Fotografias exibidas pela defesa do padre mostram marcas de algemas nos pulsos do acusado e ferimentos na cabeça. O advogado Walter Bitter afirmou nesta terça, em entrevista à rádio Paiquerê AM, que não havia necessidade de algemar o padre pelas pernas, como mostraram imagens das televisões que noticiaram a prisão do religioso. "Ele não oferecia risco algum, não é tão forte que pudesse ameaçar os policiais e nem é bicho para ser preso pelos pés", disse o advogado.
Silvio Andrei foi solto, com base em habeas corpus, no início da tarde de segunda-feira. Ele retornou a São Paulo, onde reside e de onde apresenta programa na TV Canção Nova.

Polícia

Para o comandante do Pelotão da PM de Ibiporã, tenente Marcelo Barros do Nascimento, as acusações do advogado não passam de “artimanhas” de defesa, uma vez que não houve nenhuma representação contra os policiais. Segundo ele, não é proibido que os policiais usem celulares particulares para fazer fotos.
“O que é vedado é a divulgação destas imagens. As fotos mostram o policial militar tirando a foto, então não foi ele quem divulgou. Se houver qualquer denúncia sobre a conduta dos policiais vamos investigar”, afirmou.
Para o tenente, a defesa está querendo “tirar o foco” da prisão ao declarar que a ação foi tendenciosa. Ele disse que os policiais agiram dentro da lei ao não aceitarem a propina oferecida pelo sacerdote. “Em vez dos policiais serem parabenizados por não receberem a propina, eles estão sendo acusados de excesso. Acredito que estão tentando inverter o foco da história.”

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Preso desde domingo, padre Silvio Andrei é solto

O padre Silvio Andrei Rodrigues foi solto pela Justiça na tarde desta segunda-feira (17). Ele foi preso em Ibiporã (PR) e levado para o Centro de Ressocialização de Londrina (PR), no domingo (16). O juiz Sérgio Aziz Neme concedeu liberdade provisória ao religioso, sem necessidade de pagamento de fiança. O padre foi indiciado, de acordo com a Polícia Civil, sob a suspeita de corrupção ativa, embriaguez ao volante e ato obsceno. O novo advogado dele, Walter Barbosa Bittar, nega todas as acusações.
Bittar disse que o padre Rodrigues deixou a prisão, às 15h30, acompanhado do padre Júlio Akamine, reitor Provincial da Sociedade do Apostolado Católico, mais conhecida como Congregação dos Padres Palotinos, de São Paulo. "Não sei informar se ele permanecerá no Paraná ou voltará para São Paulo. Acredito que ele vá descansar e se alimentar, o que não fez desde a prisão", afirmou o advogado.

Saiba mais

Até o começo da tarde desta segunda-feira, o padre foi defendido pelo advogado José Adalberto Almeida Cunha. O defensor negou as suspeitas de corrupção e de ato obsceno. "Ele realizou um casamento na noite de sábado (15) e tomou, me parece, duas taças de vinho durante a celebração. O detalhe é que o padre toma medicamentos para depressão e isso o teria deixado um pouco alterado", disse o primeiro advogado constituído.
Bittar contesta a versão apresentada pelos policiais militares que prenderam o padre. "Não é possível entender quais são as acusações. Há incompatibilidade dos autos com as declarações dos policiais. Questiono o que foi declarado pelos policiais."
O delegado Marcos Belinati, que vai presidir o inquérito do caso, disse que não foram realizados exames clínico e de bafômetro para comprovar a embriaguez do religioso. Ele pretende encerrar o caso em dez dias. "O padre não quis fazer o exame de dosagem alcoólica, mas isso não será necessário, pois temos relatos de testemunhas e do próprio padre, que confirmam que o ele bebeu vinho."

Versão dos policiais

O tenente Marcelo Barros, comandante do 2º Pelotão da Polícia Militar de Ibiporã, descreveu a forma como teria ocorrido a prisão do padre. "Uma equipe de três policiais, o sargento Messias e os soldados Roney e Edson abordaram o padre, por volta da 1h de domingo. Segundo relato dos três, o religioso não teria identificado que se tratavam de policiais. Todos estavam fardados."
O comandante disse ainda que o padre teria oferecido dinheiro aos policiais. "Ele ficou assustado com a posição dele, como padre, e da possível exposição que o caso poderia tomar. Em seguida, ele ofereceu uma quantia em dinheiro aos três, que não sei informar o valor", afirmou Barros.
O tenente disse ainda que o relato dos policiais sobre a prisão do padre indicam como o religioso estava vestido na madrugada de domingo. "Ele estava com uma camisa parcialmente abotoada e sem nada por baixo. Ele estava sem a batina, que foi encontrada no banco de trás do carro dele, e sem cueca. Não sei se ele usava meias. Os três policiais ainda não identificaram vestígios de vômito da batina, como alegou o advogado do padre."

Atuação do padre em São Paulo

Segundo a Arquidiocese de São Paulo, o padre Silvio celebraria uma missa na Paróquia Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos, na Aclimação, na Zona Sul de São Paulo, às 19h20 desta segunda-feira. No lugar dele, o padre José Donizete Coelho será responsável pela cerimônia religiosa. Coelho também foi delegado por dom Tarcício Scaramussa, bispo responsável pela Região Sé, para acompanhar o caso envolvendo o religioso preso no Paraná.

Nota da Arquidiocese

A Arquidiocese de São Paulo, em nota, informou que recebeu com perplexidade as notícias amplamente divulgadas sobre a prisão do padre Silvio Andrei Rodrigues, em Ibiporã (PR), e sobre as acusações a ele imputadas. Segundo o documento, o padre Silvio é sacerdote da Sociedade do Apostolado Católico, mais conhecida como Congregação dos Padres Palotinos.
Ainda de acordo com a nota, a Arquidiocese de São Paulo deseja que os fatos sejam plenamente esclarecidos, antes de se pronunciar sobre as notícias divulgadas, ou de tomar as providências cabíveis, segundo sua competência. Em sintonia com a Congregação dos Padres Palotinos, a Arquidiocese de São Paulo deseja que sejam assegurados ao padre Silvio os direitos previstos pela Lei, e que sejam evitados o julgamento e a condenação antecipados, sem ainda terem sido elucidados devidamente os fatos e sem que a justiça se tenha pronunciado sobre eventuais delitos.

Defesa entrará com um novo pedido de liberdade para Silvio Andrei


Silvio Andrei, preso nu e com sinais de embriaguez, está em uma cela do Centro de Detenção e Ressocialização de Londrina. Primeiro pedido de liberdade foi negado pela Justiça, no domingo. Arquidiocese de São Paulo se diz perplexa com o caso
A defesa do padre Silvio Andrei, preso na madrugada de domingo (16), entrará, na tarde desta segunda-feira (17), com um novo pedido de liberdade na Justiça de Ibiporã. O sacerdote foi encontrado nu no veículo dele, um Fiat Idea, e foi detido em flagrante pelos crimes de ato obsceno, corrupção ativa e embriaguez ao volante. Antes da detenção, a PM recebeu uma denúncia de um rapaz que disse ter sido assediado pelo padre.
Segundo o advogado do religioso, José Adalberto Cunha, os documentos exigidos pela Justiça – comprovantes de residência e profissional – já foram anexados ao pedido de liberdade. “Entregarei às 13h o novo pedido de soltura. Acredito que ele será solto, pois todos os documentos solicitados foram anexados ao pedido”, disse.
O padre Silvio Andrei está detido em uma cela individual no Centro de Detenção e Ressocialização (CDR) de Londrina. Segundo o diretor da unidade prisional, Raul Leão Vidal, o sacerdote ainda está muito abalado pelo ocorrido. “Parece que ainda não caiu a ‘ficha’ dele. Ele está muito abalado, mas se alimentou no café da manhã. Conversei com ele, mas não entrei em detalhes sobre o delito em si. Apenas verifiquei as condições de saúde dele e o estado psicológico”, explicou.
De acordo com Vidal, foi disponibilizada uma televisão para a cela do sacerdote, que, uniformizado, está seguindo todas as regras da unidade. “Pela manhã, o sacerdote passará pelo exame criminológico 1 [rotina de todos os detentos que chegam ao CDR] para avaliação psicológica, médica, odontológica”, diz Vidal.
Andrei recebeu a visita do superior da Congregação dos Palotinos de São Paulo, padre Julio Akamine, e comunicou à direção da CDR que não quer mais receber visitas.
Igreja se diz perplexa
Silvio Andrei é sacerdote palotino há quase 10 anos. Atualmente é Pároco da Paróquia Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos, que pertence à Região Episcopal Sé da Arquidiocese de São Paulo.
O padre Antonio Aparecido Pereira, declarou que a Arquidiocese de São Paulo “está perplexa”. Segundo ele, a diocese não irá se pronunciar até a apuração completa dos fatos. “Antes de emitir qualquer posição, vamos levantar todas as informações sobre o caso. No entanto, o sacerdote responde primeiro para a Congregação dos Palotinos e, se houve algum crime, o advogado dele é a pessoa responsável pelo posicionamento oficial”, disse.
Nesta manhã, o padre Julio Akamine, superior da congregação em São Paulo, não quis conversar com a imprensa no momento em que saía do CDR.
O padre Silvio Andrei também apresenta toda quarta-feira um programa na TV Canção Nova, de São Paulo. A assessoria de imprensa da emissora informou que também não se pronunciará sobre o fato enquanto não avançarem as investigações. A emissora não soube dizer se o programa do padre será mantido no ar.
A prisão
Segundo o investigador da Polícia Civil Arnaldo Silva, que atendeu a ocorrência, os policiais relataram que, durante a abordagem, o padre propôs fazer sexo oral com os PMs. Em seguida, ele teria oferecido dinheiro para ser liberado. Conforme o boletim de ocorrência, o sacerdote teria declarado: “Dou tudo o que tenho no bolso e arrumo mais”. No carro de Andrei, foi encontrada uma garrafa de água mineral que estava cheia de cachaça.
De acordo com o investigador, ao fazer a proposta de sexo para um dos policiais, o sacerdote não identificou que o soldado estava fardado. Silva ainda disse que, no momento da abordagem, o religioso se passou por professor da Universidade Estadual de Londrina (UEL). “Depois ele falou que era padre no estado de São Paulo. Na hora em que ele chegou, também não o reconheci. Somente quando estava fazendo o flagrante descobrimos que se tratava do padre Silvio Andrei”, contou.
A defesa
O advogado de defesa do sacerdote, José Adalberto Cunha, relatou que Andrei celebrou um casamento, na noite do sábado (15), em Londrina. Na recepção, o pároco teria bebido duas taças de vinho e passado mal, pois estaria tomando remédios para depressão. “Quando ele saiu da festa, indo para o centro de Londrina, acabou se perdendo e foi parar em Ibiporã. No meio do caminho, Andrei passou mal e vomitou na batina. Por isso, retirou os paramentos”, declarou.
Cunha rebateu a denúncia de que o sacerdote teria assediado um rapaz. Ele foi enfático ao afirmar que “nenhuma vítima apareceu na delegacia”. “O Andrei parou para pedir uma informação de como voltava para Londrina, e só isso. Depois foi abordado pelos policiais. Mas, no boletim [de ocorrência] consta só o que os [policiais] militares. Não consta que ele foi algemado pelas mãos e pelos pés, e que foi agredido.”
Conforme o advogado, Andrei não se alimentou, chorou muito e está abalado com o fato. Ao ser questionado sobre a integridade física do padre, que já teria recebido ameaças de outros presos, Cunha disse que este fato não preocupa. “Ele está na sala do carcereiro e a segurança é a melhor possível. Ele se disse muito arrependido de ter bebido.”

domingo, 16 de maio de 2010

Padre Silvio Andrei é preso por dirigir nu e bêbado em Ibiporã


A Polícia Militar de Ibiporã, 17 km de Londrina, prendeu na madrugada deste domingo em flagrante o Padre Silvio Andrei. Ele foi preso por ato obsceno, embriaguez ao volante e corrupção ativa. Segundo a PM, Silvio Andrei, 40 anos, foi abordado em seu veículo quando estava nu e embriagado.
Ele também ofereceu dinheiro aos policiais para não ser detido. Consta no Boletim de Ocorrência que, antes da abordagem, o padre havia descido nu do automóvel e feito uma proposta sexual a policiais militares que estavam em uma avenida no centro da cidade.
Os agentes seguiram o carro do padre e fizeram prisão em flagrante quando Andrei tentou abordar um adolescente. Foi neste momento que o padre ofereceu dinheiro aos policiais.
Na delegacia de Ibiporã, o padre negou a tentativa de suborno e disse que abordou os policiais porque estava perdido na cidade. Sobre o estado de embriaguez, o padre admitiu ter ingerido vinho em um casamento que participou antes do incidente e disse que estava com dificuldade para falar por conta de remédios que misturou com a bebida.
Silvio Andrei é paranaense, da cidade de Uraí. Estava se preparando para prestar o vestibular para jornalismo e decidiu ser padre. É sacerdote há 10 anos e começou apresentando um programa de rádio, que virou sucesso entre os fiéis. Logo o programa foi para TV e semanalmente o padre esta em frente às câmeras.
Silvio Andrei também gravou junto com uma banda o cd, "dialogo com Deus". É uma dos expoentes do movimento renovação carismática.
Atualmente é Pároco da Paróquia Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos, que pertence à Região Episcopal Sé da Arquidiocese de São Paulo. É membro da Comissão Arquidiocesana de Comunicação de São Paulo e Assessor de Comunicação da Região Episcopal Sé. Faz um trabalho de evangelização através do Programa de rádio "Diálogo com Deus", transmitido diariamente de 17h às 18h pela Rádio América.