terça-feira, 29 de julho de 2008

Pense bem antes de escrever

Dando as Mãos


É o que diz a caneca, rainha da dúvida e sabedoria.
(na foto: Mariana, eu e a Bruna)

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Diferente de Ontem, Nada Igual a Hoje e Nem Menos que Amanhã


Hoje vou apagar do meu calendário dois dias: Ontem e Amanhã! Ontem foi para aprender!Amanhã será uma conseqüência do que posso fazer hoje. Hoje enfrentarei a vida com a convicção de que este dia nunca mais retornará. Hoje é a última oportunidade que tenho de viver intensamente. Já que ninguém me assegura que amanhã verei o amanhecer. Hoje terei coragem para não deixar passar as oportunidades que se apresentam, que são as minhas chances de triunfar! Hoje aplicarei a minha riqueza mais apreciada: O meu tempo! Meu trabalho mais transcendental: A minha vida! Passarei cada minuto apaixonadamente para transformar este dia num único e no melhor dia da minha vida! Hoje vencerei cada obstáculo que surgir no meu caminho acreditando que vencerei! Hoje resistirei ao pessimismo e conquistarei o mundo com um sorrisocom uma atitude positiva esperando sempre o melhor!Hoje farei de cada humilde tarefa uma sublime expressão!Hoje terei meus pés sobre a terra compreendendo a realidade!E as estrelas cintilarão para inaugurar o meu futuro. Hoje usarei o tempo para ser feliz! Deixarei as minhas pegadas e a minha presença nos corações queridos!Venha viver comigo uma nova estação onde sonharemosque tudo o que nos propomos pode ser possível! E ousaremos brindar a próxima manhãcom a certeza de um dia melhor.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Há 18 anos a música perdia o poeta do rock Cazuza


Nesta segunda-feira completam-se exatos 18 anos da morte do poeta do rock Agenor de Miranda Araújo Neto, o Cazuza. O cantor morreu às 8h30 do dia 7 de julho de 1990, após uma noite tranqüila. A causa registrada no atestado de óbito foi 'choque séptico, conseqüência de uma agranulocitose, decorrente da aids'.
Vasculhando a internet, encontrei um maravilhoso texto do jornalista Tárik de Souza publicado na edição do dia 8 de julho de 1990 no Jornal do Brasil:
Com o fio da lãmina bem afiadaO exagerado Cazuza, com suas rasantes na poética da paixão dilacerada, rompeu as farpas da fronteira rock/MPB. Em letras de corrosão lupicinica, este Agenor, quase xará de Cartola, sorveu música ao mesmo tempo em que dissipava a vida em noites que nunca tinham fim (Por que a gente é assim?) lá pelos Baixos da vida. Bem Nelson Cavaquinho da geração rocker.
Sempre auto-irônico, realizou a profecia de 'ganhar pra ser carente profissional'. Alguém capaz de explicitar seduções íntimas: 'Há dias planejo impressionar você, mas fiquei sem assunto. Vem comigo, no caminho eu explico'. Um Morrissey de pele dourada pela tropicalidade, à cata de 'um pouquinho de proteção ao maior abandonado, seu corpo com amor ou não, raspas e restos, mentiras sinceras me interessam'. A devastação afetiva, a relação narcísica especular pós moderna, não poderia ter gerado polaróide mais holográfica. 'Se todo alguém que ama, ama pra ser correpondido, se todo alguém que eu amo é como amar a lua inacessível, é que eu não amo ninguém'. Sem arrego, touché monsieur Lacan.
Em parcerias com o constante (Roberto) Frejat, o periódico doublé de letrista e crítico Ezequiel Neves e os demais barões vermelhos (Guto e os ex-integrantes Dé e Maurício Barros), Cazuza despontou como crooner e ponta de lança da classe de 82 do BRock, a da Blitz, do Paralamas, do Kid Abelha, do Magazine e até do Herva Doce.
A misturadeira do tempo já peneirou esses primórdios, o que só fez ressaltar o lastro do nosso Lou Reed de plantão, nos desvãos da saciedade amorosa: 'Ser teu pão, ser tua comida, todo o amor que houver nessa vida, e algum trocado pra dar garantia'.
Em carreira solo, Cazuza aprofundou os sulcos de suas obsessões, ampliou o leque de parcerias (Lobão, Leoni, Gil, Rogério Meanda) servindo-se com freqüência da dialética das antíteses. 'O nosso amor a gente inventa, pra se distrair e quando acaba a gente pensa que ele nunca existiu'. Mesmo no embalo de uma bossa nova, raríssimo caso de hit retardatário na comemoração dos 30 anos do movimento, ele enfia a faca da dor: 'Digo alô a um inimigo, encontro um abrigo no peito do meu traidor'. Faz parte do meu show.
Acossado pela aids, Cazuza, nos últimos discos, afiou ainda mais o fio da lâmina: 'Eu vi a cara da morte e ela estava viva', lanceteou ele no estilete de Boas novas, do álbum Ideologia. 'Se você quiser saber como eu me sinto, vá a um labortório ou num labirinto, seja atropelado por esse trem da morte', vomitou em Cobaias de Deus (em parceria com Angela Rô Rô), no duplo do testamento Burguesia.
Mas o aço da navalha vinha sendo temperado ao longo de toda a carreira. A erosão de Só as mães são felizes, a que cita os pontos cardeais de sua cartilha poética, de Allen Ginsberg a Rimbaud ('você nunca sonhou ser currada por animais, nem transou com cadáveres'), data de 85. É contemporânea da autópsia em corpo vivo de codinome Mal nenhum: 'Não me chamem a polícia, não me chamem o hospício, não, eu não posso causar mal nenhum, a não ser a mim mesmo'.
O poeta terminal, cantor da garganta em chamas e voz sem apuro, sempre exorcizou a própria condição de passageiro da agonia. Quando voltou a lente para as mazelas do país, acionou morteiros no rock enredo Brasil ('mostra a tua cara, quero ver quem paga pra gente ficar assim') ou abriu a metralhadora em O tempo não pára: 'transformam o país inteiro num p..., pois assim se ganha mais dinheiro. Escancarando, sem economizar conseqüências, locutor impune da indignação no país dos seqüestros industrializados. A geração AI-5, comprimida entre o amor livre e a praga da aids, auto-imolou seu mártir a sangue frio.
Como dizia Cazuza “Mentiras Sinceras me Interessam

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Massa Fm Londrina

Já está no ar em caráter experimental, mais uma emissora do Grupo Massa de Comunicação. A Massa Fm Londrina opera em 90.7 e a coordenação da emissora de Londrina esta a cargo do Jornalista Alvaro Ferreira.
Mais precisamente na próxima semana a rádio entrará no ar em definitivo, com uma programação popular, voltada ao sertanejo e pop-rock. A Massa Fm Londrina terá locução ao vivo da cidade e só no horário da noite a rádio entrará em rede.
Esta é mais uma concessão que não pertence à Londrina, mas toda a programação será gerada a partir da cidade, em seus estudios na Avenida Tiradentes, no mesmo prédio onde funciona a Tv Cidade, empresa do Grupo Massa de Comunicação.
Desde já boa sorte a nova equipe e Sucesso.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

De que vale falar mais alto?

Como diria a canção,” Aos trancos e barrancos eu vou me ajeitando...”.
Tem certas coisas que somos obrigados a ver e ouvir que verdadeiramente, nos dá vontade de dizer:
- Pare o mundo que eu quero descer.
Será que coerência é sinônimo de rivalidade???
Vamos ver. O substantivo feminino coerência vem do Latim cohaerentia, que significa, qualidade ou atitude coerente; ligação ou harmonia entre situações, acontecimentos ou idéias, relação harmônica, conexão, nexo, lógica.
Rivalidade também é um substantivo feminino, que vem do Latim rivalitate, o qual significa, competição, oposição, luta, conflito ou até mesmo ciúmes.
É como diria o sábio Roberto Dualibi, “A chave do sucesso é reservar oito horas por dia para o trabalho, oito para dormir, e ter certeza de que não são as mesmas”.
Digno de um nobre é a coragem para levantar e falar,porém é preciso muito mais coragem para sentar e apenas ouvir.
Pode até ser que as coisas não vão bem para você, então acordes mais cedo, trabalhe mais, viva mais, ande, converse e ria mais. Pois até parece ser um pensamento bobo, mas, a vida ainda nos ensina algumas coisas.
E é claro que temos que ressaltar, cada um é aquilo que deseja, a si e aos outros.
De nada adianta, gritos e suspiros.. Vai me diz, o que ganhamos ao falar muito???
Meu pai sempre nos alertou, “Temos dois ouvidos e uma boca, então ouça mais e fale menos”. E tem aquele assim, “respeite enquanto os outros estiverem falando”.
Mas entre mortos e feridos o que fica é aquilo que honestamente somos. Pois a vida é como um vinho precioso deve ser saboreada pouco a pouco, gole a gole. Os melhores vinhos perdem todo o seu encanto e não são bem aproveitados, quando tragados como se fosse água. Cada coisa de uma vez, de nada adianta você ser tudo, fazer tudo e saber tudo e na hora da pratica deixar a desejar.
E nada de esquecer, cobre somente aquilo que você faz. Pois ao contrario não terás mortal mais uma vez em abrir a boca.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Estamos ou não?

Muitas vezes nos deparamos com aquela vontade de dizer aquilo que não achamos certo.
Mas você há de convir comigo que, ou se entra neste louco sistema que nos move dia-a-dia ou você estará fora dele.
Com certeza na sua rua, no seu bairro ou até na sua cidade deve haver alguma coisa errada... E você não concorda??
Eu também não; mas cada um tem o poder de tentar fazer um pouco mais, de tentar mudar a situação que hoje nos deparamos quando acordamos.
E você já fez a sua parte??
Não?
Pois a minha estou começando agora. Pois a partir de hoje, esse será o nosso espaço.
Chega de Hipocrisia, todos nós queremos aquela mudança que há décadas vem sendo prometida...
Mas como o Brasil é um Pais do Futuro!
Quanto tempo tem o futuro? Será que essa tão sonhada e prometida mudança vai demorar muito ainda.
Como dizia minha avó com aquele sábio analfabetismo. “Se Deus quiser as coisas melhoram".
Não tiro a razão dela e nem de muitos que ainda vejo dizendo isso por ai, mas se deixar-mos só para Deus.... Faça a sua parte, contribua, mesmo que isso seja imperceptível para muitos.
A diferença começa em você.
Este é o momento.
Sinta-se a vontade, tire o casaco de moralidade que você usa e venha contribuir para algo melhor.
E se quiser um café é só pedir, eu tomo com você.

Pablo Fares