quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Dia 25 de setembro - Dia do Rádio


Hoje é comemorado o Dia do Rádio. A data foi escolhida em comemoração do aniversário de Roquete Pinto, considerado “Pai do Rádio Brasileiro”. Em 1923, Roquete inaugurou a primeira rádio do Brasil, a Sociedade do Rio de Janeiro. Vale lembrar que a primeira transmissão de rádio no país já havia ocorrido no dia 7 de setembro de 1922, para um discurso de Epitácio Pessoa, na época presidente do Brasil.Segundo fontes histórias o inventor do rádio foi Guglielmo Marconi, com a criação do “telégrafo sem fio” em 1896. A invenção do italiano proporcionou o desenvolvimento do rádio que conhecemos hoje. Porém é de conhecimento nacional que o rádio poderia ter nascido no Brasil, em 1894, nas mãos de Roberto Landell de Moura, com o desenvolvimento de um aparelho semelhante ao telégrafo de Marconi, transmitindo e receptando sinais em São Paulo, mais precisamente da Avenida Paulista até o bairro de Santana (Zona Norte).Informações dão conta que somente em 1900 Landell conseguiu mostrar publicamente o seu invento, dando brecha para que Marconi ficasse conhecido como inventor do rádio.Hoje, com a utilização de várias faixas e formatos de radiodifusão, o Brasil se vê as vésperas de definir sua entrada em mais uma era da história do rádio: o radio digital. Conforme noticiado anteriormente pelo Tudo Rádio.com, o padrão de rádio digital em nosso país poderá ser definido em outubro, com a escolha do sistema norte-americano IBOC para as nossas transmissões. Atualmente 13 emissoras brasileiras transmitem de forma experimental em sistema IBOC de rádio digital.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Pense bem antes de escrever

Dando as Mãos


É o que diz a caneca, rainha da dúvida e sabedoria.
(na foto: Mariana, eu e a Bruna)

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Diferente de Ontem, Nada Igual a Hoje e Nem Menos que Amanhã


Hoje vou apagar do meu calendário dois dias: Ontem e Amanhã! Ontem foi para aprender!Amanhã será uma conseqüência do que posso fazer hoje. Hoje enfrentarei a vida com a convicção de que este dia nunca mais retornará. Hoje é a última oportunidade que tenho de viver intensamente. Já que ninguém me assegura que amanhã verei o amanhecer. Hoje terei coragem para não deixar passar as oportunidades que se apresentam, que são as minhas chances de triunfar! Hoje aplicarei a minha riqueza mais apreciada: O meu tempo! Meu trabalho mais transcendental: A minha vida! Passarei cada minuto apaixonadamente para transformar este dia num único e no melhor dia da minha vida! Hoje vencerei cada obstáculo que surgir no meu caminho acreditando que vencerei! Hoje resistirei ao pessimismo e conquistarei o mundo com um sorrisocom uma atitude positiva esperando sempre o melhor!Hoje farei de cada humilde tarefa uma sublime expressão!Hoje terei meus pés sobre a terra compreendendo a realidade!E as estrelas cintilarão para inaugurar o meu futuro. Hoje usarei o tempo para ser feliz! Deixarei as minhas pegadas e a minha presença nos corações queridos!Venha viver comigo uma nova estação onde sonharemosque tudo o que nos propomos pode ser possível! E ousaremos brindar a próxima manhãcom a certeza de um dia melhor.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Há 18 anos a música perdia o poeta do rock Cazuza


Nesta segunda-feira completam-se exatos 18 anos da morte do poeta do rock Agenor de Miranda Araújo Neto, o Cazuza. O cantor morreu às 8h30 do dia 7 de julho de 1990, após uma noite tranqüila. A causa registrada no atestado de óbito foi 'choque séptico, conseqüência de uma agranulocitose, decorrente da aids'.
Vasculhando a internet, encontrei um maravilhoso texto do jornalista Tárik de Souza publicado na edição do dia 8 de julho de 1990 no Jornal do Brasil:
Com o fio da lãmina bem afiadaO exagerado Cazuza, com suas rasantes na poética da paixão dilacerada, rompeu as farpas da fronteira rock/MPB. Em letras de corrosão lupicinica, este Agenor, quase xará de Cartola, sorveu música ao mesmo tempo em que dissipava a vida em noites que nunca tinham fim (Por que a gente é assim?) lá pelos Baixos da vida. Bem Nelson Cavaquinho da geração rocker.
Sempre auto-irônico, realizou a profecia de 'ganhar pra ser carente profissional'. Alguém capaz de explicitar seduções íntimas: 'Há dias planejo impressionar você, mas fiquei sem assunto. Vem comigo, no caminho eu explico'. Um Morrissey de pele dourada pela tropicalidade, à cata de 'um pouquinho de proteção ao maior abandonado, seu corpo com amor ou não, raspas e restos, mentiras sinceras me interessam'. A devastação afetiva, a relação narcísica especular pós moderna, não poderia ter gerado polaróide mais holográfica. 'Se todo alguém que ama, ama pra ser correpondido, se todo alguém que eu amo é como amar a lua inacessível, é que eu não amo ninguém'. Sem arrego, touché monsieur Lacan.
Em parcerias com o constante (Roberto) Frejat, o periódico doublé de letrista e crítico Ezequiel Neves e os demais barões vermelhos (Guto e os ex-integrantes Dé e Maurício Barros), Cazuza despontou como crooner e ponta de lança da classe de 82 do BRock, a da Blitz, do Paralamas, do Kid Abelha, do Magazine e até do Herva Doce.
A misturadeira do tempo já peneirou esses primórdios, o que só fez ressaltar o lastro do nosso Lou Reed de plantão, nos desvãos da saciedade amorosa: 'Ser teu pão, ser tua comida, todo o amor que houver nessa vida, e algum trocado pra dar garantia'.
Em carreira solo, Cazuza aprofundou os sulcos de suas obsessões, ampliou o leque de parcerias (Lobão, Leoni, Gil, Rogério Meanda) servindo-se com freqüência da dialética das antíteses. 'O nosso amor a gente inventa, pra se distrair e quando acaba a gente pensa que ele nunca existiu'. Mesmo no embalo de uma bossa nova, raríssimo caso de hit retardatário na comemoração dos 30 anos do movimento, ele enfia a faca da dor: 'Digo alô a um inimigo, encontro um abrigo no peito do meu traidor'. Faz parte do meu show.
Acossado pela aids, Cazuza, nos últimos discos, afiou ainda mais o fio da lâmina: 'Eu vi a cara da morte e ela estava viva', lanceteou ele no estilete de Boas novas, do álbum Ideologia. 'Se você quiser saber como eu me sinto, vá a um labortório ou num labirinto, seja atropelado por esse trem da morte', vomitou em Cobaias de Deus (em parceria com Angela Rô Rô), no duplo do testamento Burguesia.
Mas o aço da navalha vinha sendo temperado ao longo de toda a carreira. A erosão de Só as mães são felizes, a que cita os pontos cardeais de sua cartilha poética, de Allen Ginsberg a Rimbaud ('você nunca sonhou ser currada por animais, nem transou com cadáveres'), data de 85. É contemporânea da autópsia em corpo vivo de codinome Mal nenhum: 'Não me chamem a polícia, não me chamem o hospício, não, eu não posso causar mal nenhum, a não ser a mim mesmo'.
O poeta terminal, cantor da garganta em chamas e voz sem apuro, sempre exorcizou a própria condição de passageiro da agonia. Quando voltou a lente para as mazelas do país, acionou morteiros no rock enredo Brasil ('mostra a tua cara, quero ver quem paga pra gente ficar assim') ou abriu a metralhadora em O tempo não pára: 'transformam o país inteiro num p..., pois assim se ganha mais dinheiro. Escancarando, sem economizar conseqüências, locutor impune da indignação no país dos seqüestros industrializados. A geração AI-5, comprimida entre o amor livre e a praga da aids, auto-imolou seu mártir a sangue frio.
Como dizia Cazuza “Mentiras Sinceras me Interessam

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Massa Fm Londrina

Já está no ar em caráter experimental, mais uma emissora do Grupo Massa de Comunicação. A Massa Fm Londrina opera em 90.7 e a coordenação da emissora de Londrina esta a cargo do Jornalista Alvaro Ferreira.
Mais precisamente na próxima semana a rádio entrará no ar em definitivo, com uma programação popular, voltada ao sertanejo e pop-rock. A Massa Fm Londrina terá locução ao vivo da cidade e só no horário da noite a rádio entrará em rede.
Esta é mais uma concessão que não pertence à Londrina, mas toda a programação será gerada a partir da cidade, em seus estudios na Avenida Tiradentes, no mesmo prédio onde funciona a Tv Cidade, empresa do Grupo Massa de Comunicação.
Desde já boa sorte a nova equipe e Sucesso.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

De que vale falar mais alto?

Como diria a canção,” Aos trancos e barrancos eu vou me ajeitando...”.
Tem certas coisas que somos obrigados a ver e ouvir que verdadeiramente, nos dá vontade de dizer:
- Pare o mundo que eu quero descer.
Será que coerência é sinônimo de rivalidade???
Vamos ver. O substantivo feminino coerência vem do Latim cohaerentia, que significa, qualidade ou atitude coerente; ligação ou harmonia entre situações, acontecimentos ou idéias, relação harmônica, conexão, nexo, lógica.
Rivalidade também é um substantivo feminino, que vem do Latim rivalitate, o qual significa, competição, oposição, luta, conflito ou até mesmo ciúmes.
É como diria o sábio Roberto Dualibi, “A chave do sucesso é reservar oito horas por dia para o trabalho, oito para dormir, e ter certeza de que não são as mesmas”.
Digno de um nobre é a coragem para levantar e falar,porém é preciso muito mais coragem para sentar e apenas ouvir.
Pode até ser que as coisas não vão bem para você, então acordes mais cedo, trabalhe mais, viva mais, ande, converse e ria mais. Pois até parece ser um pensamento bobo, mas, a vida ainda nos ensina algumas coisas.
E é claro que temos que ressaltar, cada um é aquilo que deseja, a si e aos outros.
De nada adianta, gritos e suspiros.. Vai me diz, o que ganhamos ao falar muito???
Meu pai sempre nos alertou, “Temos dois ouvidos e uma boca, então ouça mais e fale menos”. E tem aquele assim, “respeite enquanto os outros estiverem falando”.
Mas entre mortos e feridos o que fica é aquilo que honestamente somos. Pois a vida é como um vinho precioso deve ser saboreada pouco a pouco, gole a gole. Os melhores vinhos perdem todo o seu encanto e não são bem aproveitados, quando tragados como se fosse água. Cada coisa de uma vez, de nada adianta você ser tudo, fazer tudo e saber tudo e na hora da pratica deixar a desejar.
E nada de esquecer, cobre somente aquilo que você faz. Pois ao contrario não terás mortal mais uma vez em abrir a boca.